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Caricaturas
 


Deu no Globo nITERÓI

Sábado, 17 de Maio de 2008

Deu no Globo Niterói

A cara do humor

Caricaturistas de Niterói concorrem em salão internacional e revelam como é o processo de criação

Júlia Motta

No próximo dia 2, começa o XIX Salão Carioca de Humor, que reúne, até 31 de julho, o melhor da produção de cartum, charge, caricatura

e quadrinhos numa exposição na Casa de Cultura Laura Alvim, em Ipanema, no Rio, e também em um catálogo. No evento, considerado o

mais importante da América Latina, serão expostos dez trabalhos, selecionados entre mais de 270 inscritos de 14 países, incluindo artistas

de Israel e Irã. Os nomes dos escolhidos serão divulgados nesta segunda, e entre esses candidatos há oito desenhistas de Niterói. Segundo

lugar em caricatura no Salão do Humor do ano passado, Maria Helena Bastos, ou simplesmente Maria, é uma das apostas deste ano. Também

concorrem os niteroienses Márcio José, o Nico; Jorge Luis Neves, o Jneves; Adam Rabello Dias, o Adam; Pedro de Luna; Alexandre Nobre;

Manuel Izidro, o Izidro; e Manuel Caria Filho, o Carias. O GLOBO-Niterói Sábado conversou com quatro deles, que revelam seus segredos

na hora de fazer as caricaturas. Há os que começam a desenhar pelos olhos; outros, pelo formato do rosto; e até os que escutam o argentino

Astor Piazzolla para soltar a imaginação quando o processo criativo demora a engrenar. Tudo com muito humor, claro.

 

 

Nico: doutorando em Ciências Políticas e desenhos que seguem esse viés

 

Criatividade para viver da arte

Mercado concorrido faz com que desenhistas ofereçam caricaturas ao vivo em festas

 

Em comum — além de morarem em Niterói e estarem concorrendo com caricaturas no Salão Carioca de Humor —,

Maria, Nico, Izidro e Adam reclamam que o mercado para desenhistas no Brasil é difícil. Alguns deles trabalham

fazendo caricaturas ao vivo, pelas quais recebem de R$ 100 a R$ 150 por hora, em festas de casamento ou de

empresas. — A falta de um mercado consolidado

acaba tornando o profissional mais versátil. É uma característica do desenhista brasileiro ser polivalente e trabalhar

com várias técnicas — observa Nico. Formado em Ciências Sociais pela UFF, Nico, de 25 anos, optou fazer de seus desenhos

um trabalho político. Mestre em Ciências Políticas pela UFRJ, ele desenvolveu sua tese a partir de charges de Jeca Tatu e

da identidade nacional presente na obra de Monteiro Lobato.Agora doutorando em Ciências Políticas na UFF, ele prepara

sua dissertação estudando as charges da Segunda Guerra Mundial. — Procuro trabalhar o conteúdo antes de criar a charge.

A política do nosso país é minha grande fonte de inspiração, e Lula, meu maior personagem — conta Nico, que iniciou sua

carreira nos movimentos estudantil, partidário e sindical, foi pesquisador da Secretaria Nacional de Segurança Pública e,

hoje, é professor estadual. O chargista já trabalhou no “Pasquim 21” e é autor de dois livros: “E agora, Lula? — Charges de

um desastrado governo”, publicado em setembro de 2006; e “Henfil — O humor subversivo”, que será lançado em junho.

— Jornais de movimentos sociais são minha principal janela. Faço charges de políticos, contra a corrupção. Costumo dizer

que o chargista é o jornalista do traço — diz Nico.



Escrito por Nico às 23h05
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Entrevista Profissão Cartunista

O jornal "Em Tempo" publicou matéria sobre o meu livro "Henfil - o humor subversivo".

Pra quem quiser ler:

http://www.otempo.com.br/otempo/noticias/?IdEdicao=920&IdCanal=4&IdSubCanal=&IdNoticia=78772&IdTipoNoticia=1

Segue também uma entrevista comigo que acabou não sendo publicada (as fotos também eram para a matéria).

Fica como registro para aqueles que querem seguir essa profissão de riscos. E para os curiosos de plantão

me conhecerem um pouco melhor.

Nome (e também o apelido que assina), idade e quanto tempo está na profissão?

 

O meu nome é Márcio Malta e assino os desenhos com o pseudônimo de Nico. Tenho 25 anos e

atuo profissionalmente há oito.

 

Já trabalhou com algo antes? O que?

Além de cartunista sou professor de sociologia e pesquisador da área de charges, com mestrado

em ciência política sobre o assunto (com tese de doutorado no forno).

 

Em que momento da vida, e por que, decidiu tornar-se cartunista?

A decisão em me tornar cartunista veio naturalmente, como uma conseqüência pelo gosto de desenhar.

Mas desde o princípio já tinha um sentimento muito forte de que era isso que eu queria para a minha vida.

 

 

Conte um pouco sobre sua trajetória profissional – os lugares que trabalhou e

experiências tiradas de cada um.

 

Sou um jovem cartunista e iniciei o meu trabalho publicando trabalhos em publicações de movimentos

sociais, como jornais de sindicatos e partidos políticos, além de uma estreita colaboração para o movimento

 estudantil. Com o tempo passei a veicular as minhas artes pela internet, que impulsionou a minha carreira em

grande escala, inclusive em termos de prestação de serviços na área de caricaturas por encomenda, ou em festas

e eventos (através do site http://www.mundoemrabisco.com). Dos órgãos impressos destaco como a mais

importante a colaboração para o jornal “O Pasquim 21”.

 

Há diferentes estilos nos desenhos e histórias? Quais são? E que linha dessas

vc segue?

Existem tantos estilos quanto existirem desenhistas. Alguns mais realistas, outros mais cômicos. Me enquadro

no desenho de humor com uma vertente política e engajada de crítica social. Para mim a idéia vem antes do desenho,

pois não me prendo a formalismos, deixando o meu traço correr solto.

 

Seus quadrinhos se remetem a que? (política, comédia, etc).

A minha produção artística está intimamente ligada à intervenção crítica na sociedade. Posso definir o meu trabalho

com as charges como um humor de combate. No quesito das caricaturas, sem dúvida dá um grande prazer

personalidade que gosto, como mestres do cinema e da música, enfim personalidades públicas carismáticas

e que me cativam.

 

Como vê a importância da charge e dos cartoons em jornais e veículos de

comunicação?

Enxergo a charge como um instrumento de informação crítica e ao mesmo tempo descontraída. Por não ter

compromisso com o real, pode inventar situações e inverter papéis. Nos veículos de comunicação a charge

funciona como um auxílio à notícia, uma interpretação bem humorada dos fatos cotidianos.

O chargista é um jornalista do traço.

 

 

Acha que tem preconceito para aceitação?

O espaço para os cartunistas publicarem é muito exíguo, por conta da pouca variedade de órgãos de imprensa.

Os poucos lugares que existem já possuem os seus artistas, ou sequer valorizam esse tipo de arte.

 

E o mercado de trabalho? Como é a inserção nesse ramo?

O aspecto positivo é que o mercado não é limitado. Um cartunista pode atuar em diversas esferas,

não só no jornalismo, como na publicidade e entretenimento.

 

 

Desenhar é talento nato ou algo que pode ser desenvolvido?

Tenho a opinião de que “todos os homens são desenhistas”. Não existe talento nato, mas sim uma

predisposição para o desenho. Mas com muita dedicação qualquer pessoa pode desenvolver um estilo

e sair rabiscando e colorindo o mundo por aí. Basta desejar e se empenhar. Nos cartuns o que mais

 importa é o conteúdo, a mensagem que o artista quer transmitir.

 

O que é necessário para ser um bom cartunista e se destacar?

É importante ser bem informado e desenvolver uma cultura geral, para que consiga abranger e criar

os mais diversos tipos de situações e – o mais importante – ser compreendido pelo público. Com o

tempo se desenvolve um jeito especial de se cativar o leitor através de emoções e sentimentos que

um personagem pode passar.

 

Quais são as opções de trabalho?(lugares para atuar, como jornais, por

exemplo) e quais são as principais diferenças de desenhar para tais locais?

A imprensa sempre abrigou os chargistas, por ser um espaço que preza a opinião. Mas, com a Internet,

por exemplo, as possibilidades cresceram, pois ficou mais fácil para um artista “lançar a sua garrafa ao mar”.

Hoje um cartunista não precisa mais estar preso a determinado jornal de uma cidade. Somente para exemplificar,

na semana passada recebi um e-mail de um cartunista do Sudão me cumprimentando pelo trabalho, assim como

 neste momento estou em conexão com uma cliente na Inglaterra, realizando caricaturas pela Internet através de

 fotos para particulares.

 

Principais dificuldades enfrentadas por quem decidir enveredar pela profissão?

A principal dificuldade é a instabilidade. Dificilmente um cartunista terá sua carteira assinada. Mas por outro lado

é válido, pois a insegurança faz o artista ousar mais, criar para sair de situações adversas. A remuneração também

é outro fator, pois muitas vezes as pessoas não valorizam o Cartum como a forma de arte que ele representa.

 

Sabe quantos personagens criou desde o inicio da carreira? Desses, quais os

que marcaram e por quê?

Criei alguns personagens esporádicos, como o Zé da Silva e Luís Manuel, o cineasta recém-formado. Mas sem dúvida os

meus personagens principais são os presidentes da república. Não são criações minhas, mas acabando ganhando a minha

cara nas charges que crio.

 

De onde vem a sua inspiração?

A leitura diária dos jornais é um bom começo. Porém, muitas das vezes vem em situações menos esperadas, como em

um ponto de ônibus, uma mesa de bar... Nesses casos é bom o desenhista estar sempre com um bloquinho e caneta por perto.

 

Há uma média salarial?

É difícil traçar uma média, depende do ramo em que atua. O setor publicitário, por exemplo, pode dar um bom retorno

ao artista que nele invista.

 

O que aconselha aos que estão começando agora?

Desenhe, desenhe e por último, desenhe. O desenvolvimento e reconhecimento vêm com o tempo. Vale a pena investir

 na carreira, comprando material, revistas e livros sobre o assunto, pois um artista nunca aprende sozinho, mas sim com

os mestres que o antecederam. Além do mais, lembre-se sempre do prazer que é trabalhar com algo que faz as pessoas

darem gargalhadas.

 



Escrito por Nico às 01h05
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Caricaturas Fatos e Fotos

Depois de séculos sem atualizar, aproveito pra divulgar o que ando fazendo por aí (epa, epa, epa).

Estive na Radio MEC compondo uma mesa pelos "20 anos sem Henfil". Sou o da direita (opa, opa),

o da esquerda é o filho do "hômi": Ivan Cosenza de Souza. Ao centro o produtor, apresentador

e flamenguista Cadu Freitas.

Em outra homenagem póstuma, tive a honra de participar da exposição: "10 anos sem o vereador João Batista Petersen",

na Câmara Municipal de Niterói.



Escrito por Nico às 23h36
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Sérgio Pinóquio Cabral

 

Fiz a caricatura do Sérgio Cabral para o ato do 1º de abril, as mentiras do governo.

A faixa foi feita pelo Bono, que manda muito no Grafite e no aerógrafo.

E esse aí é o gaiato do Ricardinho (funcionário SEPE), se esbaldando com o nariz de Pinóquio.



Escrito por Nico às 21h56
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Lap Top Sérgio Cabral + Super Combo de Feriadão)

 

O Governador do Rio, Sérgio Cabral, distribuiu laptops para os professores. Fiz essa arte para o jornal do SEPE- Niterói.

*Depois de um tempo sem atualizar essa bagaça, aproveito a "demanda reprimida" para postar 4 artes de uma vez

nesse feriadão! 

 

Essa também foi pro SEPE,mas não vai ser publicada, pois pode afetar os brios da categoria, na qual me incluo.

Arte: Tio Sam e a América Latina. Para uma revista.

E por último um "sketch" do jogador Acosta (Corinthians),feito na mesa do clube, enquanto pegava um sol.



Escrito por Nico às 16h46
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Clube de Bikers

 

Logotipo feito para um Clube de Bikers. Curucaca é o nome da simpática ave.



Escrito por Nico às 21h38
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Sindicato Desenho

 

Página do jornal do Sindicato dos Comericários, com ilustração da campanha salarial.

A diagramação é do competente Sandro Barros.



Escrito por Nico às 17h00
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Diego Tardelli e Jornal

 

Detalhe no jornal do Sintuff com charge minha e no canto superior caricatura rápida

do atacante Diego Tardellli, que fez o gol do título rubro-negro nos da Taça Guanabara.



Escrito por Nico às 22h55
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Arte Sindical - Campanha Salarial

 

Arte para a campanha salarial dos Comerciários de Nova Iguaçu - RJ.

FAzer arte para sindicatos é uma das coisas que mais me realiza.



Escrito por Nico às 12h08
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Matéria Nico/ Estadão

Estado de Sâo Paulo 28/01/08

Antologia, mostra, livros e DVD no Ano Henfil

Ele morreu em 88, mas ninguém esquece Fradins, Graúna...

Roberta Pennafort

Já foi decretado: 2008 será o Ano Henfil. A morte do grande cartunista brasileiro (1944- 1988) fez 20 anos no dia 4 e o volume de homenagens está à sua altura. Seu filho, Ivan Cosenza de Souza, prepara uma antologia de charges e planeja exposições pelo Brasil. O jovem cartunista Márcio Malta, que começou a desenhar inspirado nele, se ocupa de outra publicação: uma biografia, que terá como foco principal a atuação política do criador da Graúna, dos Fradins e do Ubaldo, o Paranóico.

Outro livro, Balaio Mineiro: Memória de Uma Família Brasileira, este de Wanda Figueiredo, irmã do homenageado, conta a história do fantástico clã, passando por seus três filhos ilustres: Henfil, o sociólogo Betinho e o músico Chico Mário. O lançamento deve ser nos próximos meses. Sobre o trio, também sairá, em abril, o DVD de Três Irmãos de Sangue (Biscoito Fino), o premiado documentário de Ângela Patrícia Reiniger que trata da luta deles por justiça social e também contra a aids (contraída pelos três, hemofílicos, em transfusões de sangue).

Desde 1992 guardião do acervo do pai, Ivan, que tem 38 anos, é filho único de Henfil e trabalha como produtor cultural, guarda em casa, no Rio, mais de 15 mil originais. Desses arquivos sairão as charges que irão compor a antologia, prevista para o meio do ano (a edição será da Nova Fronteira). Ele pretende ainda remontar a exposição de desenhos que percorreu os Centros Culturais Banco do Brasil do Rio, São Paulo e Brasília entre 2005 e 2006, com o nome de Henfil do Brasil.

O sucesso foi enorme, lembra Ivan. Agora, ele quer levar a todo o País o traço e o humor do pai, que tanto sucesso fizeram no Pasquim e nos principais jornais e revistas brasileiros, nas décadas de 60, 70 e 80. 'Nas exposições, vi gente que estava nascendo ou nem tinha nascido quando ele morreu. Um garoto de 14 anos apareceu com uma bolsa cheia de recortes que ele colecionava', diz o filho de Henfil, que na terça esteve em São Paulo para o lançamento da revista Henfil, Filho do Brasil, editada pelo Sindicato dos Jornalistas de São Paulo.

Márcio Malta, conhecido como Nico, foi um garoto como este de que Ivan fala. Em 1988, tinha apenas 6 anos, mas já virou fã dos personagens criados por Henfil. E aos 16 anos, um professor de desenho lhe disse que seu traço era semelhante ao do mestre.

Hoje, Nico se intitula 'estudioso e fã' de Henfil, a quem considera 'pai de uma geração de cartunistas'. 'O traço dele é simples; o humor, refinado e popular; a mensagem, objetiva. Ele inventou uma forma de dizer tudo que queria, mesmo não podendo (por causa da ditadura militar)', elogia o jovem, que é sociólogo.

Seu livro, Henfil, o Humor Subversivo - uma edição de bolso que será vendida a preço popular -, deve estar nas ruas em abril (a editora é a Expressão Popular). 'Quero levar o Henfil aos jovens, que não conseguiram acompanhar sua carreira.'

É curiosa a atualidade do discurso de Henfil. As tirinhas - que saíram durante anos no Estado, o último jornal a publicá-lo em vida - estão nas páginas de O Globo há cinco anos e as únicas correções feitas (por Ivan) são em nomes de instituições ou de moedas que não existem mais. Era Henfil visionário ou foi o Brasil que não mudou?

'Eu vejo algumas notícias e penso em charges que meu pai fez que cabem direitinho', diverte-se Ivan, enquanto mostra, numa pasta, quadrinhos que tratam de corrupção, desigualdades sociais, febre amarela... 'Tem gente que vê publicado e manda e-mail elogiando, sem saber que ele morreu há 20 anos. Eu agradeço e explico a situação', diz o produtor cultural. Para quem quiser contactá-lo, o endereço é henfil@globo.com

Escrito por Nico às 14h25
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Ao mestre com carinho



Escrito por Nico às 13h03
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Artes Sindicais

 

3 artes encomendadas por sindicatos...

Pra dialogar com a categoria de trabalhadores.



Escrito por Nico às 22h22
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20 anos sem Henfil

 

Hoje, 4 de janeiro, completam 20 anos do falecimento do cartunista Henfil.

Ao longo do dia irei postar novidades.



Escrito por Nico às 11h07
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Recuerdos de Ouro Preto

 


Justifico a minha curta ausência devido à viagem que fiz para Ouro Preto.

Na foto vocês podem ver a minha prisão por ter roubado ouro de uma das

300 minas da cidade (rsrsrs). Assim como Tiradentes, quase fui enforcado.

Mas voltei são e salvo para poder elaborar muitos desenhos e caricaturas

neste ano que se inicia. Momento o qual que aproveito para desejar os melhores

votos para quem frequenta esse diário de rabiscos.



Escrito por Nico às 21h10
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Boas Festas



Escrito por Nico às 12h20
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